domingo, 6 de novembro de 2016

FILME: The Rocky Horror Picture Show (2016)

FICHA TÉCNICA
Título Original: The Rocky Horror Picture Show: Let's Do the Time Warp Again
Ano: 2016
Dirigido por: Kenny Ortega
Duração: 88 minutos
Gênero: comédia, musical, terror
País de origem: Estados Unidos

No post anterior (aqui), falei sobre The Rocky Horror Picture Show, um filme de comédia de terror e musical lançado em 1975 e citei que tinha acabado de sair o remake do filme. Pois bem, eu assisti o remake e vim contar o que achei.

Falar de remakes é complicado, porque normalmente quem é muito fã da versão original acaba não gostando. Fora que normalmente os remakes não ficam bons, isso é verdade. Eu assisti esse filme com a mente bem aberta e achei que ficou incrível!


A história é basicamente a mesma, com algumas diferenças que citarei mais adiante. Um casal tem o pneu do seu carro furado numa estrada deserta, é noite e cai uma tempestade, então eles se lembram que passaram por um castelo no caminho e resolvem ir lá à pé pedir para usar o telefone. Mas se deparam com umas pessoas bem diferentes no meio de uma festa. A festa está sendo dada porque o proprietário, Dr. Frank N. Furter, na verdade uma mulher transexual-alienígena-cientista maluca acabou de dar a vida à sua mais nova criação: um homem chamado Rocky.

Diferenças do Original

Algumas das diferenças do remake com o original é a abertura, que ao invés de aparecer aquela boca clássica cantando, aparece uma moça no estilo pinup de 1920/30 que está na porta de um cinema recebendo um monte de roqueiros que vão ficar assistindo na plateia, outra diferença do original.


Dessa vez aquele senhor que narra dentro de um escritório é acompanhado de uma mulher, aparentemente uma secretária, mas ela não tem nenhuma fala no filme. Também percebi que diminuíram as cenas em que esse narrador aparece.

Referências que aparecem no Filme

A referência mais clara é ao Frankenstein de Mary Shelley. Logo no início do filme aparece o casal em frente ao túmulo da Mary Shelley e o fato de Frank N. Furter ter esse nome e criar uma criatura, é outra referência ao livro. Também temos referência ao filme King Kong no início do filme em que aparece um cartaz e numa parte que Frank desce no palco na mão do gorila. Também temos outras referências menores à Medusa e até à Beyoncé, além de muitas outras.

Tim Curry e Laverne Cox


Uma coisa bem legal desse filme é que o ator Tim Curry que foi protagonista na versão original de 1975, atuou na versão também como o narrador.

E não poderia deixar de citar a atriz transexual Laverne Cox, sou muito fã dela na série Orange Is the New Black e ela arrasa nesse filme como protagonista. Bem diferente da versão original do Frank N. Furter por Tim Curry com certeza, mas eu gostei bem mais. Ela divou muito!

Don't dream it. Be it.





Gostei muito do filme original, mas essa versão entrou para minha lista de filmes favoritos! Achei um remake muito bem feito. Amei a fotografia, figurinos, os cabelos coloridos, maquiagens, cenários, tudo ficou muito lindo e caprichado. Algumas coisas que tinham me causado estranheza na versão original, nesta versão me fez amar, além de achar que a história fez mais sentido.
Nota: ★ ★ ★  
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